Brasil impede que a Venezuela faça parte dos BRICS,
Com sua política externa, assim se diz, Embora muitos países agora ali queiram estar,
A Venezuela vetada, sem chance de entrar.
Na lista de escolhidos, seu nome não vai, O crescimento do bloco, ela fica pra trás,
Enquanto outras nações sonham se aliar, A Venezuela, por ora, não pode tentar.
Os BRICS se expandem, novas vozes a ouvir, Mas ao país vizinho, é negado o seguir.
Seja pela economia ou pela visão política, A Venezuela enfrenta essa dura crítica.
Entre negociações e interesses gerais, O veto persiste, e o futuro é incerto demais,
Mas quem sabe um dia, com novo olhar, A Venezuela consiga esse espaço alcançar.
Muitos diziam que Lula e Maduro Eram amigos, com forte ligação, https://resgatandovidasja.com.br/doar/
Doe R$1,00 E ganhe
Mas a democracia no Brasil se impôs, Contra a ditadura, com decisão.
A realidade da Venezuela é dura, Fraudes nas eleições são a acusação.
Mesmo sendo vizinhos, ficou claro, O Brasil escolheu a voz da nação.
Bolsonaro rejeitado por Nunes, a virada de Bolos
No primeiro turno, Nunes resistiu, Bolsonaro afastado, seu nome não brilhou.
Lutando contra ele, o campo dividiu, Agora, rejeitado, seu apoio acabou.
https://resgatandovidasja.com.br/doar/
Doe R$ 20,00 e ganhe O ex-presidente, perto de ser preso, Por sua tentativa de golpe frustrado.
Não é mais útil ao Nunes, indefeso, Sua presença se torna um fardo pesado.
Com rejeição alta, tenta resistir, Mas Nunes já sabe que é hora de partir.
Estratégia nova, sem olhar para trás, Bolsonaro não segue mais, é o fim da paz.
Bolos avança, com sua esperança, Nas ruas se vê uma grande aliança.
A virada é possível, já dizem aos ventos, Que o povo quer mais, novos sentimentos.
Enquanto Bolsonaro se vê encurralado, Bolos cresce firme, segue seu legado.
Nunes decide o caminho sem olhar, Pois a rejeição do mito só tende a aumentar.
Reparação por Mariana prevê R$ 167 bi, com programa de renda e duplicação de estradas
A barragem que rompeu, trouxe dor e desolação, Desde Mariana, feriu o chão da nação.
As águas levaram vidas e esperança, Agora buscamos por justiça e confiança.
O julgamento se arrasta, desde o fatídico dia,
Negociam bilhões, buscando harmonia. Um programa de rendas se ergue em reparação,
Enquanto o povo aguarda com forte indignação.
O BNDES entra na luta a contribuir, Cuidando dos pescadores que perderam seu porvir.
Com estradas ampliadas, o país quer crescer, Mas precisamos de leis que façam valer.
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Doe R$ 4,99 e ganhe Estrangeiros que exploram sem olhar ao redor, Tomam nossas riquezas, mas nos deixam pior.
A segurança é esquecida, o meio ambiente sofre, E é o povo, no fim, quem paga o alto cofre.
Dezenove pessoas morreram, 250 ficaram feridas e mil moradores da região permanecem desalojados, vivendo em hotéis e casas alugadas pela empresa. O rompimento da barragem de Fundão, que existia havia sete anos, degradou áreas inteiras de preservação ambiental, destruiu vilarejos, matou toneladas de peixes, prejudicou o abastecimento de água em diversos municípios que fazem parte da bacia hidrográfica do Rio Doce e inviabilizou a economia da pesca e do turismo na região, atingindo milhares de famílias.
Que venham reformas, que se faça justiça, Nossa terra precisa de força e premissa.
Vamos observar, atentos, sem hesitar, Para que o Brasil possa, enfim, se reerguer e avançar
Matéria e edição: Pr Sebastião Silvério
Brics quebrando as algemas! Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul/ 22/10/2024
O projeto de criação de uma moeda comum entre os países do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) vem sendo discutido há algum tempo, com o objetivo de reduzir a dependência do sistema financeiro internacional dominado pelos Estados Unidos, particularmente do SWIFT. O SWIFT é um sistema de mensagens bancárias que os EUA controlam de forma significativa e usam para impor sanções econômicas, como aconteceu com a Rússia após a invasão da Ucrânia. Ao criar uma moeda lastreada em ouro ou em outras reservas estratégicas, os países do BRICS buscam se proteger contra as sanções e garantir maior soberania econômica.
A proposta central é que essa moeda comum dos BRICS tenha lastro em recursos tangíveis, como o ouro, que historicamente é visto como um ativo seguro e confiável. A ideia é que, ao adotar uma moeda forte, os países possam acumular reservas com maior estabilidade, sem depender tanto do dólar, que é influenciado pelas políticas econômicas dos EUA. Essa mudança pode representar uma reconfiguração significativa no comércio global, permitindo que esses países façam transações comerciais entre si sem a necessidade de utilizar o dólar como moeda intermediária. https://resgatandovidasja.com.br/doar/
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Além da Rússia, que sofre sanções econômicas impostas pelos EUA, outros países veem a criação dessa nova moeda como uma oportunidade de escapar da “tirania” econômica americana. O Brasil, sob a liderança do presidente Lula, junto com China, Índia, Rússia e outros membros do BRICS, acredita que essa moeda traria mais liberdade econômica e fortaleceria o crescimento das nações envolvidas. O objetivo final é criar um sistema financeiro internacional mais equilibrado e menos suscetível à influência unilateral dos EUA.
Entre os dias 22 e 24 de outubro, uma cúpula reuniu representantes de 11 países para discutir o avanço deste projeto de moeda comum. A reunião teve como foco a cooperação econômica entre as nações e a criação de uma moeda que funcionasse como uma reserva de valor para esses países, reduzindo a necessidade de utilizar o dólar em suas trocas comerciais. O peso desta moeda, seja lastreado em ouro ou outro recurso, daria mais solidez ao sistema financeiro dos países envolvidos, especialmente aqueles que possuem grandes reservas naturais, como petróleo.
Países produtores de petróleo, por exemplo, frequentemente sofrem com sanções e com a volatilidade dos preços internacionais, o que afeta diretamente suas economias. A criação de uma moeda alternativa ao dólar possibilitaria a esses países maior estabilidade e autonomia, pois teriam uma forma de transação que não dependesse das regras impostas pelos EUA. Isso também os tornaria menos vulneráveis a crises econômicas provocadas por decisões externas.
O Brasil tem um papel importante nesse cenário, sendo uma das maiores economias do BRICS e possuindo grandes reservas de recursos naturais. O presidente Lula destacou a importância desse projeto para o desenvolvimento econômico das nações envolvidas, ressaltando que a criação de uma moeda comum pode trazer prosperidade para todos os participantes e ajudar a combater a fome e a pobreza em muitas regiões do mundo, incluindo a América Latina e a África.
A China e a Rússia, grandes potências econômicas e militares, veem essa iniciativa como uma forma de contrabalançar a hegemonia dos EUA e garantir que seus interesses estratégicos não sejam limitados por sanções econômicas. Para a Rússia, em particular, essa moeda seria uma maneira de evitar os impactos das sanções impostas desde 2014, com a anexação da Crimeia, e que se intensificaram após a invasão da Ucrânia em 2022.
Assim, o desenvolvimento de uma moeda alternativa ao dólar pelos BRICS não é apenas uma questão econômica, mas também política, refletindo o desejo desses países de se libertarem da influência dos EUA no cenário internacional. O projeto representa uma tentativa de criar um sistema mais justo e equilibrado, onde as nações tenham mais controle sobre suas próprias economias e possam prosperar sem interferências externas. Matéria e edição: Pr Sebastião Silverio
Israel bombardeia empresa acusada de financiar o Hezbollah/ 21/10/2024
Israel bombardeou nesta segunda-feira (21) uma empresa libanesa que ele diz que é vinculada ao Hezbollah, que o país acusa de financiar as armas do movimento islamista apoiado pelo Irã, após quase um mês de guerra aberta.
Os bombardeios israelenses atingiram os escritórios da empresa financeira Al Qard Al Hassan nas cidades de Nabatieh e Tiro, no sul do Líbano, durante a noite, segundo a agência nacional de notícias libanesa, Ani. https://www.facebook.com/share/v/ovTXkMkhsPsGmmhg/ https://youtube.com/live/ucJ31kx6tW8
Nesta segunda-feira, o Exército israelense anunciou que atacou “dezenas de instalações e áreas” utilizadas pelo movimento islamista em Beirute e no sul do Líbano, incluindo antenas da instituição financeira.
Os ataques mostram que as Forças de Defesa de Israel, em guerra aberta contra o Hezbollah há quase um mês, procura minar as capacidades de financiamento do grupo.
Israel acusa a Al Qard Al Hassan de financiar as “atividades terroristas do Hezbollah”, incluindo a compra de armas e o pagamento dos combatentes.
O Hezbollah construiu sua base social em áreas xiitas do Líbano ao fornecer proteção, atendimento de saúde, serviços de educação e financeiros em um Estado corroído há décadas pelo sectarismo e pela corrupção.
A Al Qard Al Hassan é uma empresa financeira vinculada ao Hezbollah que oferece microcréditos. No Líbano, o sistema bancário tradicional entrou em colapso há cinco anos, quando o país sofreu uma nova crise econômica.
A instituição é objeto de sanções do governo dos Estados Unidos, que acusa o Hezbollah de utilizá-la como cobertura para as atividades financeiras do grupo e para ter acesso ao sistema financeiro internacional.
No domingo, 11 bombardeios atingiram a periferia sul de Beirute, informou a agência Ani, vários deles direcionados contra os escritórios da Al Qard Al Hassan.
Há apenas um mês, as ruas movimentadas do sul de Beirute estavam lotadas com o trânsito, famílias passeando e jovens nos cafés. Agora, o silêncio reina neste reduto abandonado do Hezbollah.
Israel também bombardeou filiais da Al Qard Al Hassan no Vale do Bekaa, leste do Líbano, e no sul do país.
Segundo a Ani, um bombardeio também foi registrado perto do aeroporto de Beirute, principal porta de entrada de ajuda humanitária e de saída para quem tenta fugir do conflito.
Israel intensifica ataques no Líbano após ataque contra casa de Netanyahu/ 21/10/2024
Além disso, informações da Faixa de Gaza dizem que as autoridades locais ainda tentam resgatar corpos de escombros após uma ofensiva israelense que matou dezenas de pessoas.
Ao menos 87 pessoas estão mortas ou desaparecidas após um ataque aéreo em Beit Lahiya, no norte de Gaza, na noite deste sábado (19), segundo o Ministério da Saúde no território palestino.
Essa é uma das mais altas taxas de mortes para um único ataque em meses. Israel disse que estava investigando relatos sobre o incidente.
O massacre na Palestina, já vimos isso e estudamos e não aprendemos! 21/10/2024
Traz um ponto muito importante ao refletir sobre o papel da compaixão, do perdão e do amor em situações de conflitos tão devastadores como o que está acontecendo entre Israel e Palestina. O sofrimento de civis, especialmente mulheres e
crianças, em qualquer guerra é profundamente trágico. Quando olhamos para a perspectiva cristã, de fato, a Bíblia nos ensina sobre o poder do perdão e do amor ao próximo, mesmo em meio a tempos de dor e injustiça. Jesus Cristo nos chamou a sermos pacificadores, a amar nossos inimigos e a orar por aqueles que nos perseguem.
Orar pela paz e buscar maneiras de promover o diálogo e a reconciliação, em vez de alimentar a violência, é o que reflete os ensinamentos de Cristo. A mensagem do Evangelho é de reconciliação, e os cristãos são chamados a viver essa reconciliação com Deus e com os outros, independentemente das circunstâncias.
A situação no Oriente Médio é complexa, e muitas vezes as narrativas se perdem em um ciclo de ódio e vingança. No entanto, como eu mencionou, nosso chamado como cristãos é espalhar o amor de Deus, mesmo nas circunstâncias mais difíceis. Continuar orando por uma solução pacífica e por todos aqueles que sofrem é essencial.
Lula deu entrada no hospital após cair no banheiro de casa e bater a cabeça/ 20/10/2024 Palácio da Alvorada, em Brasília, no sábado (19) e cancelou a viagem que faria para a Rússia neste domingo (20), onde participaria da reunião da cúpula dos Brics. Após o incidente, uma queda no banheiro, o presidente foi levado ao hospital Sírio-Libanês da capital federal e atendido por médicos, sob supervisão do médico oficial da Presidência da República, o cardiologista Roberto Kalil Filho, que viajou de São Paulo para Brasília para assistir o chefe de Estado.
20/10/2024
Em pouco mais de um ano do terceiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva, os investimentos feitos no combate à fome e à miséria já surtem efeitos importantes. O número de pessoas que enfrentam insegurança alimentar e nutricional grave no Brasil caiu 24,4 milhões, saindo de 33,1 milhões em 2022 para 8,7 milhões em 2023. Em dados percentuais, significa uma diminuição de 11,4 pontos, passando de 15,5% da população para 4,1%.
Pelas redes sociais, o presidente Lula celebrou o resultado. “O plantio do trabalho está gerando bons resultados. Vamos tirar novamente o Brasil do Mapa da Fome”, declarou.
Após anos de investimentos iniciados pelo primeiro governo Lula, o país havia deixado essa situação em 2014, durante a gestão de Dilma Rousseff, conforme reconhecimento da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Com o golpe de 2016 e os governos de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL), a situação foi piorando ano a ano, até que em 2022 o Brasil voltou a essa vergonhosa posição.
Retomada da dignidade
Muito além de números e percentuais, são milhões de vidas que passaram a ter maior acesso a um direito básico à sobrevivência e que vinha sendo ignorado pelos governos anteriores. “No ano de 2023, tiramos dessa situação 24,4 milhões de pessoas que passaram a tomar café, almoçar e jantar todos os dias”, disse, à Agência Brasil, o ministro Wellington Dias, do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDA).
Conforme apontado pelo levantamento, em 2023 o país tinha 27,6% (ou 21,6 milhões) dos seus domicílios em situação de insegurança alimentar, sendo 18,2% (ou 14,3 milhões) com insegurança alimentar leve, 5,3% (ou 4,2 milhões) com insegurança alimentar moderada e 4,1% (ou 3,2 milhões) com insegurança alimentar grave.
Leia também: Taxa de pobreza cai 27,5% e atinge o menor índice desde 2012
O ministro informou, ainda, que este é o segundo melhor resultado de toda a série da Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (Ebia). “Sair de 15,5% da população em situação de fome para 4,1% em apenas um ano é recorde. Importante pontuar que, de 2019 a 2022, não deixaram o IBGE fazer o Ebia, mas o Brasil não ficou sem pesquisa. Os pesquisadores brasileiros, incluindo cientistas e técnicos de várias universidades e técnicos do próprio IBGE, foram a campo e fizeram pela Rede Penssan”.
Vale destacar, ainda, que no ano passado, a taxa de pobreza no Brasil caiu para 27,5%, menor patamar da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Estratégia de combate à fome
Durante coletiva de imprensa em que os dados foram anunciados, a secretária extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome do MDS, Valéria Burity, destacou: “Esses resultados mostram o acerto de uma estratégia de enfrentamento à fome que vem sendo empreendida pelo governo, que é apoiada tanto em programas sociais como na condução de uma política econômica que gera crescimento econômico, reduz desigualdades e gera acesso a emprego e renda”.
Entre as ações especificamente voltadas a acabar com a fome tomadas pelo atual governo e citados por Valéria estão a retomada do Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional, a restituição do Conselho de Segurança Alimentar e da Câmara de Segurança Alimentar, com 24 ministérios que têm a missão de articular políticas dessa área. E, no fim do ano passado, foi realizada a Conferência de Segurança Alimentar e Nutricional.
Leia também: “É compromisso de honra acabar com essa doença chamada fome”, diz Lula
Somam-se a essas ações o Bolsa Família, relançado com o valor básico de R$ 600 e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que garante um salário mínimo para pessoas aposentadas, pensionistas e com deficiência em situação de vulnerabilidade social. 
Também contam para o resultado o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), uma das 80 ações que compõem a estratégia do Plano Brasil Sem Fome, bem como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), que garante refeições diárias a 40 milhões de estudantes da rede pública em todo o país e foi reajustado em 2023, após cinco anos congelado.
Leia também: Renda per capita alcança recorde em 2023, atingindo R$ 1.848
Além disso, do ponto de vista econômico, houve avanços importantes que garantiram um cenário positivo para o país, com mais emprego e renda para a população. No período, o crescimento do PIB foi de 2,9% e o IPCA calculado para o grupo de alimentos caiu de 11,6% em 2022 para 1,03% em 2023. É a menor taxa desde 2017.
O mercado de trabalho ganhou força e a taxa de desemprego caiu de 9,6%, em 2022, para 7,8% no ano seguinte. Além disso, foi retomada a política de valorização do salário mínimo. A massa mensal de rendimento recebido de todos os trabalhadores alcançou R$ 295,6 bilhões, maior valor da série histórica da PNAD-C.
Com agências
Fonte Em pouco mais de um ano do terceiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva, os investimentos feitos no combate à fome e à miséria já surtem efeitos importantes. O número de pessoas que enfrentam insegurança alimentar e nutricional grave no Brasil caiu 24,4 milhões, saindo de 33,1 milhões em 2022 para 8,7 milhões em 2023. Em dados percentuais, significa uma diminuição de 11,4 pontos, passando de 15,5% da população para 4,1%.
As informações referentes ao ano de 2023 dizem respeito ao módulo Segurança Alimentar da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As de 2022 foram levantadas pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan). 
Pelas redes sociais, o presidente Lula celebrou o resultado. “O plantio do trabalho está gerando bons resultados. Vamos tirar novamente o Brasil do Mapa da Fome”, declarou.
Após anos de investimentos iniciados pelo primeiro governo Lula, o país havia deixado essa situação em 2014, durante a gestão de Dilma Rousseff, conforme reconhecimento da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Com o golpe de 2016 e os governos de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL), a situação foi piorando ano a ano, até que em 2022 o Brasil voltou a essa vergonhosa posição.
Retomada da dignidade
Muito além de números e percentuais, são milhões de vidas que passaram a ter maior acesso a um direito básico à sobrevivência e que vinha sendo ignorado pelos governos anteriores. “No ano de 2023, tiramos dessa situação 24,4 milhões de pessoas que passaram a tomar café, almoçar e jantar todos os dias”, disse, à Agência Brasil, o ministro Wellington Dias, do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDA). 
Conforme apontado pelo levantamento, em 2023 o país tinha 27,6% (ou 21,6 milhões) dos seus domicílios em situação de insegurança alimentar, sendo 18,2% (ou 14,3 milhões) com insegurança alimentar leve, 5,3% (ou 4,2 milhões) com insegurança alimentar moderada e 4,1% (ou 3,2 milhões) com insegurança alimentar grave.
Leia também: Taxa de pobreza cai 27,5% e atinge o menor índice desde 2012
O ministro informou, ainda, que este é o segundo melhor resultado de toda a série da Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (Ebia). “Sair de 15,5% da população em situação de fome para 4,1% em apenas um ano é recorde. Importante pontuar que, de 2019 a 2022, não deixaram o IBGE fazer o Ebia, mas o Brasil não ficou sem pesquisa. Os pesquisadores brasileiros, incluindo cientistas e técnicos de várias universidades e técnicos do próprio IBGE, foram a campo e fizeram pela Rede Penssan”.
Vale destacar, ainda, que no ano passado, a taxa de pobreza no Brasil caiu para 27,5%, menor patamar da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Estratégia de combate à fome
Durante coletiva de imprensa em que os dados foram anunciados, a secretária extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome do MDS, Valéria Burity, destacou: “Esses resultados mostram o acerto de uma estratégia de enfrentamento à fome que vem sendo empreendida pelo governo, que é apoiada tanto em programas sociais como na condução de uma política econômica que gera crescimento econômico, reduz desigualdades e gera acesso a emprego e renda”. 
Entre as ações especificamente voltadas a acabar com a fome tomadas pelo atual governo e citados por Valéria estão a retomada do Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional, a restituição do Conselho de Segurança Alimentar e da Câmara de Segurança Alimentar, com 24 ministérios que têm a missão de articular políticas dessa área. E, no fim do ano passado, foi realizada a Conferência de Segurança Alimentar e Nutricional.
Leia também: “É compromisso de honra acabar com essa doença chamada fome”, diz Lula
Somam-se a essas ações o Bolsa Família, relançado com o valor básico de R$ 600 e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que garante um salário mínimo para pessoas aposentadas, pensionistas e com deficiência em situação de vulnerabilidade social.
Também contam para o resultado o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), uma das 80 ações que compõem a estratégia do Plano Brasil Sem Fome, bem como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), que garante refeições diárias a 40 milhões de estudantes da rede pública em todo o país e foi reajustado em 2023, após cinco anos congelado.
Leia também: Renda per capita alcança recorde em 2023, atingindo R$ 1.848
Além disso, do ponto de vista econômico, houve avanços importantes que garantiram um cenário positivo para o país, com mais emprego e renda para a população. No período, o crescimento do PIB foi de 2,9% e o IPCA calculado para o grupo de alimentos caiu de 11,6% em 2022 para 1,03% em 2023. É a menor taxa desde 2017.

O mercado de trabalho ganhou força e a taxa de desemprego caiu de 9,6%, em 2022, para 7,8% no ano seguinte. Além disso, foi retomada a política de valorização do salário mínimo. A massa mensal de rendimento recebido de todos os trabalhadores alcançou R$ 295,6 bilhões, maior valor da série histórica da PNAD-C
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Sim, a fome mata no Brasil, mas a situação tem melhorado nos últimos anos:
- Entre 2019 e 2021, mais de 15 milhões de brasileiros passaram fome e milhões morreram por falta de comida.
- Em 2023, a insegurança alimentar severa no Brasil caiu 85%, passando de 17,2 milhões de pessoas em 2022 para 2,5 milhões.
- O IBGE indica que mais de 24 milhões de brasileiros saíram da condição de fome entre 2022 e 2023.
A fome pode causar subnutrição e desnutrição, que podem levar a doenças e até mesmo à morte. A desnutrição impede a absorção de nutrientes e é a consequência mais grave da fome.
A insegurança alimentar grave é mais expressiva nas áreas rurais do país. Em 2023, a proporção de domicílios particulares em insegurança alimentar moderada ou grave nessas regiões foi de 12,7%, contra 8,9% nas áreas urbanas. Ajude com sua doação,
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Luiz mais Barata
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) disse neste sábado (19/10/2024) que vai mudar a composição de funcionários das agências que gerem o abastecimento de eletricidade do país. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) tem apenas diretores nomeados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ). “Toda essa gente (agências) foi indicada pelo governo passado e quem está nas agencias é indicada pelo governo passado. Agora que vou mudar gente da agência para colocar quem é comprometido com o povo”, disse Lula. Lula deu a declaração em live ao lado do candidato à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos. Os dois candidatos que disputam a Prefeitura de São Paulo divulgaram agendas de campanha neste sábado. Boulos e Lula tinham caminhas agendadas para este sábado em São Paulo, mas os atos foram cancelados por causa das chuvas. Já o candidato à reeleição Ricardo Nunes, irá à missa de abertura do “Encontro Diocesano da Juventude” em Jardim Umuarama, na zona sul. À noite, Nunes e Boulos participam de um debate na TV Record.
